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O que você precisa saber para dominar o jogo de brand experience em 2026

2025 foi o ano em que as marcas consolidaram o brand experience como pilar estratégico. 2026 promete ser o momento em que as experiências se tornam ainda mais comportamentais, culturais e conectadas à vida real.

O comportamento do consumidor segue em ritmo acelerado de mudanças e entender esse cenário é essencial para quem cria experiências relevantes.

Por isso, bora começar o ano explorando as principais tendências do mercado para 2026:

1. O fim da era das comidas no marketing

Em 2025, vimos o boom das marcas de luxo virando cafeterias para traduzir seu universo sensorial, pop-ups investindo em brindes comestíveis, doces personalizados e ativações gastronômicas como principal ponto de contato sensorial (inclusive, falamos disso em muitos artigos por aqui no último ano).Mas em 2026, esse jogo tende a perder força.O motivo: o retorno da obsessão coletiva pelo emagrecimento. O crescimento acelerado do uso das famosas canetas emagrecedoras já está comprovadamente alterando hábitos, rotinas e prioridades de consumo.Se você ainda tem dúvidas sobre esse impacto, alguns dados:

  • Hoje, cerca de 12% da população americana usa ou já usou esse tipo de medicamento.
  • No final de 2025, os Estados Unidos aprovaram a venda de versões em pílula. Ou seja, podemos esperar que a taxa de rejeição à esses medicamentos caia cada vez mais (afinal, psicologicamente, comprimidos sempre geram mais segurança do que medicamentos injetáveis).

Esse crescimento não impacta apenas quem adere ao uso dos medicamentos, mas também pressiona o restante da população pela mudança de hábitos. Ou seja: em 2026, teremos uma parcela ainda maior da população repensando sua relação com comida.Quer você goste ou não, o fato é que essas mudanças alteram profundamente o comportamento do consumidor. E, com isso, as marcas precisarão buscar outras formas para sensorializar. Minha aposta: som, aromas, movimento, temperatura, respiração.

2. Ainda mais vida offline

Claro que o desejo por experiências fora das telas não é novidade. No último ano já vimos muitas pessoas restringindo seus tempos de tela e buscando mais momentos de pausa. Mas o fato é que cada vez mais o consumidor tem sede para sair de casa, explorar, viver, descobrir novos lugares e novas sensações.Esse movimento nasce de um mix perfeito entre:

  • o esgotamento mental coletivo depois de anos de conteúdos hiperestimulantes nas redes sociais,
  • e agora, também como desdobramento da nova onda de emagrecimento, um novo consumidor com mais energia e autoestima.

Com mais disposição física, cresce também a busca por atividades ao ar livre, eventos presenciais, turismo de experiência e entretenimento ao vivo. Um artigo recente do Washington Post prova os impactos diretos desses medicamentos não apenas nos setores de wellness mas também em setores de turismo, eventos e lazer.

3. Wellness de dentro para fora

A onda do bem-estar continua crescendo cada vez mais, com alguns updates sutis bem interessantes.

Se antes o wellness estava muito associado a aulas de pilates, clubes de corrida e treinos funcionais, agora o foco se expande ainda mais para o cuidado interno. Vamos ver marcas de luxo investindo em saunas, spas, mais experiências de relaxamento mental, respiração e práticas holísticas. Depois de anos de excesso de estímulo, o novo luxo passa a ser acalmar o sistema nervoso.

4. Pay to play: experiências que valem pagar

A mudança de prioridades no consumo abre espaço para um movimento claro: o consumidor está disposto a pagar por experiências de marcas. Não se assuste ao ver:

  • marcas cobrando entrada em pop-up stores,
  • eventos exclusivos de marcas com ingressos pagos,
  • clubes de wellness, aulões funcionais e experiências recorrentes monetizadas.
  • ou ainda, uma tendência que eu aposto alto: o universo de jogos. Marcas de luxo vão vender jogos de cartas, tabuleiro e outros games que reúnem amigos e mantém o consumidor entretido fora das telas.

Nesse ano, as marcas vão entender que não precisam vender apenas produtos. Podem vender acesso, pertencimento e vivências.

5. Microsegmentação: interesses antes de demografia

As marcas já entenderam: público não se define mais por idade, gênero ou localização. Se define por interesses em comum. Ao pensar sobre experiências, a pergunta central passa a ser: Quais interesses em comum estou reunindo aqui? Essa mudança transforma completamente a forma de criar eventos, ativações e comunidades.

6. Fandom e cultura como pilares emocionais

Um outro desdobramento direto da microsegmentação. Marcas vão se unir cada vez mais a séries, bandas, games e universos culturais para criar encontros entre pessoas que já compartilham uma paixão emocional.
Além disso, movimentos culturais que constroem culturas próprias — como clubes do livro, cenas musicais e comunidades criativas — entram de vez no radar das marcas.

7. In-store experiences: o varejo como território de experiência

Os espaços físicos estão sendo completamente ressignificados. O ponto de venda não é mais apenas um lugar de compra — é um território de experiência de marca. Lojas que continuarem apenas vendendo produtos que podem ser comprados online perderão, cada vez mais, o sentido de existir. Profissionais de vitrinismo e profissionais de brand experience, uni-vos! O futuro do varejo é sensorial, narrativo e experiencial. No fim, todas essas tendências apontam para o mesmo lugar: mais vivência. Em 2026, as marcas vencedoras serão aquelas que entenderem que brand experience não é sobre muitos estímulos e grandiosidade, é sobre acompanhar o comportamento humano e agir na hora certa.

Fonte: Promoview

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